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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Atelier de Danças, Pinturas e chá de menta


Ao encontro das tradições que despertam todos os Sentidos. Uma tarde diferente, no feminino.

- Atelier de Dança Oriental e Folclore
As origens da dança e os seus movimentos básicos,
- Pinturas de henna e chá de menta
Tatuagens temporárias de cor castanha natural de henna, uma planta usada para colorir cabelos e pele e que estão muito em moda atualmente. Desenhos que se escolhem enquanto se partilham histórias e bebe um chá aromático.

Em simultâneo no local, ocorre uma Oficina de Culinária, cujos participantes irão presentear com um lanche surpresa, elaborado por eles próprios, todas as participantes deste Atelier de dança.

Valor: 12,50€

Inscrições até 5 Março:
919 393 113 / 965 740 326 / agape@grandeaventura.pt

Inscrição válida após transferência para o NIB 0033.0000.45246952129.05

Roupa a usar: muito confortável, meias quentes e, se quiserem, um lenço de medalhas ou uma écharpe.

Idade: dos 6 anos... até aos 160
Máximo de 10 participantes.


SINTRA-SE, Av. Dr. Miguel Bombarda, 39 (frente à estação CP Sintra), Sintra, Portugal

sábado, 21 de maio de 2011

"Fragmentos" por Pedro Cardoso (pintura) e Cristina Coelho (dança oriental)

A exposição "Fragmentos" relata um olhar interno, quase visceral, de vivências medievais.
Numa época em que o país vive e revive este espírito, na assumpção filosófica do termo e através das várias feiras medievais que ocorrem por todo o país, a exposição “Fragmentos” oferece um olhar “teleobjectivo” sobre este momento da história da humanidade.
"Idade da Sombra" ou "Idade das Trevas" foi o título atribuído a este período pelos pensadores e filósofos iluministas. Estes acreditavam que na Idade Média os valores das civilizações clássicas (Grécia/Roma) haviam sido relegados para segundo plano, considerando alguns que se havia chegado ao extremo da marginalização efectiva destes valores pela então preponderante cultura medieval.
Em certa medida estes pensadores estavam certos, contudo muitos dos valores das civilizações clássicas haviam sido incorporados pela cultura medieval. Durante a Idade Média o pensamento ficou, isso sim, interditado e não havia valorização da pesquisa científica ou da arte enquanto expressão livre de individualidade. A questão essencial da Idade Média prende-se com elitismos, sendo que o poder, o pensamento e a cultura na sua generalidade se tornaram dogmáticos e exclusivos de uma classe social : o Clero.
Existe nesta fase da humanidade uma ponte para a actualidade e surge a pergunta:
Se naquele tempo a cultura era exclusiva do Clero, hoje pretendem torná-la exclusiva de quem?
Torna-se evidente que os nossos futuros adultos carecem de um ensino coerente e mais ajustado às suas realidades. Existe uma progressiva secura cultural a que são expostos, apesar da aparente facilitação de meios de recolha/difusão de informações.
Sabemos que a arte é um dos principais motores da mudança de mentalidades.
Será justo relegá-la para segundo plano?
Por que motivo as entidades governadoras deste país, em conformidade com os seus planos de acção, não reservam qualquer espaço para que a população se interesse pela valorização científica e artística?
Será que, de facto, voltámos à "Idade da Sombra"?
Reveja-se em “Fragmentos”!



Na inauguração deste evento poderemos assistir a uma exibição de Dança Oriental, pela bailarina Cristina Coelho.
Contamos com a presença de todos vós que, vivendo na "Idade da Sombra" actual se recusam a interditar o pensamento ou a manifestação artística...
Visitem-nos!