Mostrar mensagens com a etiqueta Artistas Residentes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Artistas Residentes. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

“Am’ARTE” – 1ª Mostra de Artes Interactivas


Rita Groba -Escultura

Paula Violante - Ceramista



A.M.Catarino - Fotografia

Ofélia Reis - Pintura

Tuni - Fotografia

João Gancho - Cerâmica

Gilberto Nunes - Design Industrial

Magda Moita - Cerâmica


Valdemar Dória


Nuno Gaivoto - Pintura


Salomão Quaresma - Pintura


Isabel Cristina Mateus Monteiro – Pintura


XINDA – Pintura



DILA MONIZ – Pintura

PS: A qualidade das fotografias aqui apresentadas, tem como objectivo salvaguardar quaisquer tentativas de reprodução. Assim como a relação de escalas entre trabalhos. Pedimos a vossa compreensão e aguardamos a vossa visita.

domingo, 11 de julho de 2010

O nome da Rua


A Rua Francisco de Almeida Grandella para os que não sabem fica na Foz do Arelho, trata-se de uma rua que atravessa toda a vila: começa no Hotel do Facho e termina no fim da vila, onde retoma a denominação N360. Por ser tão longa, foram preparados pelo menos três suportes em cimento para placa toponímica, contudo o que está localizado sensivelmente ao quilómetro 5, ficou sem nome.

O Atelier Arte em Espírito tomou a iniciativa de presentear a população da Foz do Arelho com nova placa. Contou com o apoio de três de seus artistas residentes: Michael Violante, O Vizinho Poeta, Martinho Fernandes, Designer Gráfico, e eu, Magda Moita. Escolhemos o silêncio da madrugada para edificar a obra, para que a vila pudesse ter um novo despertar.
Esta manhã, na varanda dos meus aposentos, situada mesmo em frente à obra, usei de alguns minutos para observar o comportamento dos oriundos. Foi incrível verificar que as pessoas passam pela vida sem olhar…

Também por lá passou um cão abandonado que parecia procurar sítio para urinar, e parou, cheirou e olhou, mas, talvez inibido pelo cheiro a novo, a tinta, inédito... seguiu sem marcar!


Acabados de sair do forno

Preparação da superfície

A massa...

Isto de assentar azulejos sem luz...uffa...


Champanhe as 4h da madrugada...




Bom Trabalho!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Vizinho Poeta!


Ser Bom Vizinho...
Nem mesmo a 100 metros, estou eu aqui, o Michael, o vizinho de estimação.
Acredito na necessidade que todos temos de sermos bons vizinhos, que no fundo é uma tão pequena mas tão importante contribuição para as nossas vidas.
Com a pioneira oferta de um necessitado saca-rolhas ao Atelier, dei assim início a este gostoso relacionamento.
Quando surgirem outras necessidades ou desejos que só um bom vizinho pode satisfazer, podem contar comigo.
Além de ser um simpático vizinho, posso também alojar, em estúdios particulares, alguém que deseje passar uma relaxante escapadinha aqui na bela Foz do Arelho. www.ermelinda.net

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

A Festa


A Astróloga e Ceramista, Magda Moita e a Outros Artistas Plásticos, Concha Rozas


O Reikiano, Miguel Carvalho e o Aprendiz de Feiticeiro, Rui Roque

O Pintor, Artista Convidado, João Librax

O Designer Gráfico, Martinho Fernandes


A Numerologa, Luísa Campos

O Vizinho Poeta, Michael Joseph Thomas


A Psicóloga, Vanda Felix

O Ceramista, Artista Convidado, João Gancho

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ofélia Reis



Maria Ofélia Reis Moita, oriunda da Parede, Estoril, é pintora licenciada em Artes Plásticas pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Exerceu funções docentes na Escola Padre Francisco Soares, em Torres Vedras. Ao longo do seu percurso vivencial fez várias exposições a convite de instituições particulares e de autarquias, tendo participado, ainda, em vários concursos. Muito do seu trabalho foi encaminhado para colecções particulares. A sua obra tem tido representação em Portugal assim como pelo mundo (Alemanha, Estados Unidos, Brasil). Considera que “pintar é um processo que tem qualquer coisa do itinerário do destino humano. Atingir, com o tempo, um estado profundo, o êxtase de uma vida liberta, de uma vida sem medos e sem a pesada opressão do mundo”.
Dedica a todos os que pretendem desbravar o universo artístico a seguinte mensagem: “ Vejamos, de uma forma simples, como, eventualmente, pode surgir um trabalho, uma Obra de Arte. Uma ideia que nos ocorre! Memórias que nos acompanham… Um número infinito de pontos de partida. Contudo não há Obra de Arte sem pensamento, mais ou menos explícito. Hoje não é possível a nenhum artista pensar uma série de trabalhos, sem simultaneamente levar em conta universo que vivemos. A nossa contemporaneidade. O visitante procura a Obra de Arte. Compete ao artista, através da sua capacidade de comunicar, da sua força de expressão, deixar impressas e expressas nos seus trabalhos, todas as emoções que passam e atravessam o seu corpo. Só assim a Obra de Arte adquire o seu sentido mais profundo. Daí resulta a interacção entre a Obra e o Observador. Daí nasce o impacto, a impressão que esse Observador receberá e que depois levará consigo para o seu quotidiano.”

Concha Rozas


SOY CONCHA, 56 años, nacida en España y residente en portugal , 21 años. Ibérica.
Autodidacta, denominada “otros artististas plásticos”, hija, hermana, madre y abuela, entre otras muchas cosas más. En la última década realicé un trabajo, que denomino ESPEJO y que registré en Playa Gamboa y Playa Norte de Peniche (Portugal). Se trata de un dialogo muy íntimo con las profunde-zas del mar, o vientre de la Madre, conmigo misma, donde me reencuentro ,sin influencias. ...”junto al agua y sus flores es donde he comprendido mejor que el ensueño es un universo en emanación, un soplo oloroso que sale de las cosas por mediación de un soñador....” GASTON BACHELAR Realicé tres exposiciones. La primera fue `Simbiosis´ , algas y piedras en forma de corazón, que me confrontaron conmigo misma cuando entre en la arena.
Este año participe en dos muestras colectivas: La Ruta la Muralha, con `Las Hijas de las Aguas´ y Na demanda do Graal, con `En busca del Toisón de Oro-Sirenas y Argonautas´. ...”Del agua proceden todas las cosas. El agua alimenta los grandes depósitos de agua que son las fuentes, ríos, lagos, mares y océanos.
Los dioses del mar habitaban en los grandes fondos submarinos. El dios Pez encarnaba para sus adoradores la fuerza civilizadora dirigida hacia el bien, la luz y la vida. Representaba los valores positivos vinculados al mar.
Las sirenas y ondinas son los reflejos cambiantes de nuestros deseos y temores más profundos. Diosas nacidas de los dioses marinos benévolos y temibles que, antes de que el hombre situara a Dios en el cielo, reinaban sobre los inmensos imperios submarinos y eran adoradas por los hombres...”
EDOUARD BRASEY – Sirenas y Ondinas